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Cerca de setecentas pessoas lotaram na última quarta-feira, 11, o teatro do Colégio Marista, em Ponta Grossa, para ouvir o antropólogo Luiz Marins na primeira atividade do Viver Seguro, evento patrocinado pelo SINCOR-PR e Sindseg-PR/MS, e que será levado a outras quinze cidades do Paraná. O presidente da CNSeg, João Elísio Ferraz de Campos, saudou os convidados e falou dos objetivos do projeto Viver Seguro: “Não queremos que o seguro seja encarado como um mal necessário, e sim como um investimento em tranquilidade e garantia das nossas conquistas”. Robert Bittar, presidente do SINCOR-PR, destacou a importância do profissional corretor de seguros, lembrando que ele é o elo entre as companhias seguradoras e as pessoas, e tem o papel de oferecer e orientar seu cliente sobre a melhor opção, para o seu perfil, dos produtos que estão sendo ofertados pelo mercado. O presidente do Sindseg-PR/MS, João Gilberto Possiede, afirmou que o Viver Seguro vai levar à população do Paraná uma visão do mercado de seguros e sua importância na vida das pessoas e da economia do país. Só no Paraná, as indenizações pagas anualmente pelas seguradoras alcançam o volume de R$ 1 bilhão.
A atração do evento foi a palestra do professor e antropólogo Luiz Almeida Marins Filho, que por uma hora e meia, mostrou dados otimistas sobre o Brasil, suas potencialidades, e porque nosso país é hoje o mais atraente entre os países em desenvolvimento do chamado BRIC, que inclui também Rússia, Índia e China. Sobre a crise mundial, o antropólogo disse que é um momento especial de depuração, que oferece oportunidades. “A crise é uma peneira, onde os fracos sucumbirão e os fortes sairão ainda mais fortes”, disse o antropólogo. Entre os presentes ao Viver Seguro, se destacavam o prefeito de Ponta Grossa, Pedro Wosgrau Filho, o presidente da Câmara de Vereadores da cidade, Sebastião Mainardes Júnior, e o deputado estadual Plauto Miró Guimarães, além de outras autoridades.
As duas próximas edições do Viver Seguro estão marcadas para os próximos dias 22 de abril, em Cascavel, e no dia seguinte, 23, em Guarapuava. |