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O Natal é um momento de reflexão, renovação e esperança. É tempo de reconhecer conquistas, valorizar parcerias e fortalecer os laços que nos unem como categoria.

O Sincor-PR deseja que este período seja marcado por paz, equilíbrio e confiança no futuro, junto à família e às pessoas que fazem parte da sua trajetória.

Que o novo ano traga saúde, boas oportunidades e a continuidade do trabalho sério e comprometido que fortalece o mercado de seguros no Paraná.

Feliz Natal de toda a Diretoria do Sincor-PR

Já está disponível a edição número 83 da Revista Crescimento Seguro, referente ao mês de dezembro. A publicação traz na capa uma matéria especial sobre o encerramento do mandato de Wilson Pereira na presidência do Sincor-PR, após dois períodos consecutivos à frente da entidade.

A reportagem apresenta um balanço da gestão, os principais desafios enfrentados ao longo dos últimos anos e reflexões sobre o fortalecimento institucional do Sindicato, além de uma entrevista exclusiva com Wilson Pereira, que compartilha aprendizados pessoais e profissionais desse ciclo.

Entre os principais conteúdos da edição, também estão:

👉 Clique AQUI para ler a edição nº 83 da Revista Crescimento Seguro

O Sincor-PR mantém um ecossistema sólido de suporte ao corretor de seguros, com serviços, programas e facilidades que fortalecem a atuação profissional e contribuem para uma rotina mais produtiva.

A entidade trabalha para oferecer soluções práticas, orientação qualificada e representatividade efetiva perante o mercado — diferenciais que fazem a associação valer a pena tanto para novos corretores quanto para quem já atua há mais tempo.

Quem se associa passa a contar com apoio jurídico, suporte técnico, oportunidades de desenvolvimento e uma rede de convênios preparada para reduzir custos, ampliar possibilidades de negócios e facilitar o funcionamento diário da corretora.

Todos os benefícios, parcerias e convênios disponíveis podem ser consultados diretamente no site do Sincor-PR, na aba “Convênios e Benefícios”, em www.sincor-pr.org.br/beneficios 

A entidade segue comprometida em defender os interesses da categoria e proporcionar mais segurança, eficiência e evolução para o corretor — seja na abertura de novas frentes de atuação, na gestão da corretora ou na mediação de demandas junto ao mercado segurador.

Saiba mais:
🌐 www.sincor-pr.org.br
📞 (41) 4020-2284
✉️ secretaria@sincor-pr.org.br

O Sincor-PR informa que entrará em férias coletivas entre os dias 22 de dezembro de 2025 e 11 de janeiro de 2026. Durante esse período, o atendimento presencial e remoto na sede e nas delegacias regionais estará suspenso, retornando ao funcionamento normal a partir de 12 de janeiro.

A entidade agradece o apoio e a parceria dos corretores de seguros, colaboradores e instituições que contribuíram com as atividades ao longo de 2025. O Sincor-PR reafirma seu compromisso com o fortalecimento da categoria e com a representatividade dos profissionais em todas as regiões do Paraná.

O período de recesso também marca o encerramento de um ano de importantes ações institucionais, eventos, diálogos com o mercado e iniciativas voltadas à valorização do corretor de seguros. Ao longo de 2025, o Sincor-PR reforçou sua atuação estratégica, ampliou pautas de interesse da categoria e manteve presença ativa nas discussões relevantes ao setor.

Para 2026, a entidade seguirá dedicada ao desenvolvimento de projetos que contribuam para o aprimoramento profissional, a defesa dos interesses dos corretores e a promoção de um ambiente regulatório mais sólido e equilibrado.

O Sincor-PR deseja a todos um período de descanso produtivo e um início de ano repleto de novas oportunidades.

24/02/2021 – Cascavel, colheita de Soja

O Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar) lançou uma nova plataforma digital voltada à agricultura, com dados meteorológicos e agronômicos detalhados que podem contribuir diretamente para a gestão de riscos no campo. A iniciativa representa um avanço importante também para seguradores e corretores de seguros que atuam no segmento agro.

A ferramenta reúne previsões do tempo, dados históricos, imagens de satélite e indicadores climáticos em um único ambiente, permitindo o acompanhamento mais preciso de variáveis como chuvas, temperatura e condições ambientais que impactam diretamente a produção rural. Para o mercado de seguros, esse tipo de informação qualificada é fundamental na avaliação de riscos, subscrição de apólices e análise de sinistros.

Corretores especializados em seguro rural podem utilizar esses dados como apoio técnico no relacionamento com produtores, cooperativas e empresas do agronegócio, ampliando a capacidade de orientação preventiva e reforçando a importância da proteção adequada para cada tipo de cultura e região. Já as seguradoras ganham uma base mais consistente para modelagem de riscos e desenvolvimento de produtos mais ajustados à realidade climática do Paraná.

O uso de plataformas como essa reforça uma tendência cada vez mais presente no seguro rural: a integração entre tecnologia, informação climática e gestão de riscos, contribuindo para a sustentabilidade do agronegócio e para a segurança financeira dos produtores.

Para o Sincor-PR, iniciativas que ampliam o acesso a dados confiáveis fortalecem o trabalho dos corretores de seguros, agregam valor à consultoria prestada ao cliente rural e consolidam o seguro como ferramenta estratégica de proteção no campo.

Foto: Gilson Abreu/AEN.

Mesmo diante dos impactos da cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras nos planos de Previdência Aberta, o mercado segurador brasileiro deve registrar crescimento nominal de 8% em 2026. A projeção foi divulgada nesta quinta-feira pela Confederação Nacional das Seguradoras e considera todos os segmentos, exceto a Previdência Aberta, que ainda não possui parâmetros consolidados para mensuração em razão das mudanças no IOF.

Segundo o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, os efeitos do imposto ainda são imprevisíveis, especialmente porque haverá nova alteração de regra 2026. Até 2025, aportes de até trezentos mil reais por seguradora permanecem isentos. A partir do próximo ano, o limite sobe para seiscentos mil reais, mas passa a considerar o valor total investido pelo segurado no mercado, somando aportes em uma ou mais seguradoras.

Mesmo com esse cenário de incerteza, a avaliação da entidade é positiva. Considerando uma inflação estimada em cerca de quatro por cento, o setor projeta um crescimento real próximo de quatro por cento, distribuído entre diversos ramos.

Projeções econômicas e destaques por ramo

A CNseg também apresentou projeções macroeconômicas para 2026. A expectativa é de crescimento do Produto Interno Bruto de aproximadamente 1,95%, taxa Selic em 12% ao final do ano, inflação medida pelo IPCA em torno de 4.08% e câmbio médio de R$ 5,38 por dólar.

Entre os ramos com melhor desempenho projetado está o seguro Automóvel, com crescimento estimado em 7,7%. O resultado é impulsionado pela estabilidade da sinistralidade e pela retomada das vendas de veículos, especialmente elétricos e híbridos.

O seguro Habitacional também segue em expansão, com previsão de crescimento de 10,2%  acompanhando o aquecimento do mercado imobiliário, influenciado principalmente pelos programas habitacionais e pelo aumento da intenção de compra de imóveis.

No segmento de Transportes, a expectativa é de alta de 6,6%, sustentada pela expansão do comércio eletrônico e da demanda logística. Já o seguro Garantia deve apresentar um dos maiores crescimentos, estimado em 12,1% impulsionado por obras públicas, concessões, mudanças regulatórias e investimentos previstos no Programa de Aceleração do Crescimento.

Seguro rural segue como ponto de atenção

O seguro Rural, por outro lado, permanece como ponto de alerta. A projeção indica crescimento de apenas 2,3% em 2026, impactado pela inadimplência elevada registrada em dois mil e vinte e cinco e pelas incertezas em torno do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural.

A CNseg avalia, no entanto, que o desempenho do ramo pode ser revisto positivamente caso a Lei Orçamentária Anual de dois mil e vinte e seis seja aprovada e avance o projeto que transforma a subvenção ao prêmio do seguro rural em despesa obrigatória da União, além da possível criação do Fundo de Catástrofe.

Papel do setor em 2025

Entre janeiro e setembro de 2025, o setor segurador pagou quase R$ 200 bilhões em indenizações, benefícios, resgates e sorteios, reforçando seu papel essencial na proteção financeira de famílias e empresas. Apesar da queda nas receitas totais influenciada pela Previdência Aberta, os demais segmentos mantiveram desempenho sólido.

Para o Sincor-PR, os dados reforçam a importância da atuação técnica do corretor de seguros, especialmente em um cenário de mudanças regulatórias, ajustes tributários e oportunidades de crescimento em diversos ramos do mercado.

A entrada em vigor da Lei nº15.040/24, no último dia 11, estabelece um marco temporal importante para o mercado de seguros. A partir dessa data, apenas os contratos celebrados após a vigência passam a ser regidos pelas novas regras. Já os contratos firmados anteriormente continuam sujeitos às normas do Código Civil.

Segundo a diretora jurídica da Confederação Nacional das Seguradoras, Glauce Carvalhal, a aplicação da nova legislação depende exclusivamente da data de celebração do contrato, e não da ocorrência do sinistro. “Se um contrato foi firmado antes da vigência da lei, mesmo que o sinistro aconteça depois, continua valendo o Código Civil”, explicou.

O tema integra uma websérie produzida pela CNseg sobre a nova Lei Geral de Seguros, iniciativa que busca ampliar a transparência para os consumidores e esclarecer aspectos operacionais para seguradoras e profissionais do setor.

Mudanças nos prazos de resposta e pagamento

Entre as principais alterações trazidas pela nova lei está a redefinição dos prazos para resposta ao segurado e pagamento da indenização. Antes concentrados em trinta dias, contados a partir da entrega da documentação, os prazos passam a ser divididos em duas etapas: trinta dias para a seguradora se manifestar sobre o pedido e outros trinta dias para efetuar o pagamento da indenização.

A legislação prevê ainda a possibilidade de suspensão desses prazos por até duas vezes, o que pode levar o período total a até cento e vinte dias nos seguros massificados. No entanto, ainda há necessidade de regulamentação infralegal para detalhar a forma de contagem e aplicação desses prazos, atribuição que caberá à Superintendência de Seguros Privados.

De acordo com a diretora jurídica da CNseg, o prazo só começa a contar a partir da entrega de toda a documentação exigida para a regulação do sinistro, ponto relevante para a atuação de corretores e seguradoras no esclarecimento ao segurado.

Impactos nos seguros de grandes riscos

No segmento de grandes riscos, a avaliação é de que os prazos podem ser insuficientes em determinados casos. Eventos de grande complexidade, como acidentes de grandes proporções ou ocorrências relacionadas a crises climáticas, exigem apurações técnicas extensas, perícias complexas e, muitas vezes, a coleta de informações junto a autoridades públicas.

Nessas situações, a lei permite a suspensão dos prazos tanto na fase de regulação quanto na de liquidação do sinistro, o que pode levar o período total a até duzentos e quarenta dias. Ainda assim, profissionais que atuam com grandes riscos avaliam que o tempo pode não ser suficiente em ocorrências de maior complexidade.

Para o Sincor-PR, compreender as mudanças trazidas pela nova Lei Geral de Seguros é fundamental para que os corretores possam orientar adequadamente seus clientes, alinhar expectativas e reforçar o papel técnico da corretagem na mediação entre segurados e seguradoras.

O Sincor-PR mantém um ecossistema sólido de suporte ao corretor de seguros, com serviços, programas e facilidades que fortalecem a atuação profissional e contribuem para uma rotina mais produtiva.

A entidade trabalha para oferecer soluções práticas, orientação qualificada e representatividade efetiva perante o mercado — diferenciais que fazem a associação valer a pena tanto para novos corretores quanto para quem já atua há mais tempo.

Quem se associa passa a contar com apoio jurídico, suporte técnico, oportunidades de desenvolvimento e uma rede de convênios preparada para reduzir custos, ampliar possibilidades de negócios e facilitar o funcionamento diário da corretora.

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Sol, axé e… cashback de 30%. Inscreva-se no Congresso dos Corretores de Seguros do Norte e do Nordeste (Consegnne 2026) e garanta um benefício exclusivo para o 24º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros , que será no Rio de Janeiro.

Esta edição do Brasileiro terá como tema “A nova era da distribuição de seguros no Brasil”, refletindo o momento de transformação vivido pelo mercado, impulsionado por mudanças mercadológicas, legislativas e comportamentais que afetam diretamente a atividade do corretor e todo o ecossistema segurador.

A promoção do Consegnne é válida de 11/12/2025 a 05/01/2026.

Uma excelente chance de se atualizar, trocar ideias e voltar com muita inspiração para o dia a dia.

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O setor de seguros no Brasil teve o melhor desempenho trimestral de 2025, atingindo um faturamento de R$ 57,4 bilhões no terceiro trimestre (3T25), o que representa um aumento de 5,6% em relação ao mesmo período de 2024 (3T24). No acumulado do ano, o lucro líquido das seguradoras alcançou R$ 29,3 bilhões, marcando um crescimento de 8,4%. Esses dados fazem parte da análise do IRB+Inteligência, publicada na plataforma de dados do IRB(Re). As informações são da revista Apólice.

Em setembro, o faturamento com prêmios emitidos foi de R$ 19 bilhões. No acumulado de janeiro a setembro de 2025, o crescimento totalizou 7,3%, o que representa R$ 11,2 bilhões a mais em comparação aos nove primeiros meses de 2024. Os seguros de vida se destacaram, com um aumento de R$ 4,8 bilhões. Por outro lado, o segmento Rural foi o único a apresentar queda, recuando 8,7%. Durante os nove meses de 2025, as seguradoras cederam R$ 21,9 bilhões ao resseguro, com uma variação positiva de 10,6% em relação a 2024.

O 3T25 também marcou a menor taxa de sinistralidade do ano, com um índice de 38,5%, mantendo-se abaixo dos níveis de 2024. No acumulado do ano, a sinistralidade registrou uma redução de 2,6 pontos percentuais, principalmente devido à queda na linha Patrimonial, que teve uma redução de 22,4 p.p..

Destaques por Segmento

Crédito e Garantia:

O segmento de Crédito e Garantia, predominantemente composto pela Garantia Segurado Setor Público, apresentou a maior variação positiva no trimestre, com 16,2% de crescimento. No acumulado de janeiro a setembro, o aumento foi de 19,1%. No entanto, a sinistralidade no segmento subiu 19,9 pontos percentuais, alcançando 44,4%.

Seguros Individuais Contra Danos:

Esse segmento cresceu 14% no 3T25, impulsionado principalmente pelos seguros Compreensivo Residencial (13,6%) e Compreensivo Empresarial (13,4%). No acumulado do ano, o faturamento do segmento aumentou 12,9%, com destaque para o Compreensivo Condomínio, que teve uma variação expressiva de 33,2%. A sinistralidade recuou 4,5 p.p. no período.

Segmento Vida:

O segmento Vida registrou um crescimento de 8,1% no 3T25, sendo a Vida Individual o principal impulsionador desse aumento, representando quase 50% desse crescimento. No acumulado do ano, o segmento de vida avançou 8,8%, com destaque para o produto Prestamista Individual, que teve um crescimento de 77,9%. A sinistralidade total do segmento recuou 1,3 p.p., terminando os nove meses em 27,9%.

Automóvel:

O segmento de Automóvel teve um aumento de 6,5% no trimestre em comparação com o 3T24, e 6,1% no acumulado do ano. A sinistralidade manteve-se estável, com uma taxa de 59,8%, semelhante aos valores de 2024 e 2023.

Corporativos de Danos e Responsabilidades:

Esse segmento teve uma evolução de 4,6% no 3T25, com destaque para o seguro habitacional, que cresceu 11,3%. No acumulado de 2025, o segmento avançou 7,7%, com destaque para o ramo Engenharia, que apresentou uma variação de 29%. A sinistralidade do segmento caiu 9,9 p.p., atingindo 40,9%.

Queda no Segmento Rural

O segmento Rural foi a única exceção no trimestre, apresentando uma queda de 18,8% no faturamento em comparação com o 3T24. No acumulado do ano, o segmento registrou uma redução de 8,7% em relação a 2024. Porém, a sinistralidade do setor caiu 2,6 p.p., alcançando a menor taxa da série histórica, com 31,7%.

Esses números mostram a resiliência e o crescimento do setor de seguros, destacando as oportunidades e os desafios enfrentados pelos diferentes segmentos. Para mais informações sobre o mercado e tendências do setor, continue acompanhando as publicações do Sincor-PR.

Sindicato dos Corretores de Seguros do Paraná
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