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As seguradoras brasileiras registraram lucro líquido de R$ 2,24 bilhões em novembro de 2024. O valor representa queda de 32,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. É o que mostra edição do Boletim IRB+Mercado, divulgada dia 6/2 pela plataforma IRB+Inteligência. 

A análise revela ainda redução de 11,6% nos prêmios cedidos em resseguro, que somaram R$ 1,67 bilhão. Ou seja, a contratação de proteção às carteiras de seguros por parte das seguradoras caiu na comparação com novembro de 2023. Já os prêmios emitidos alcançaram R$ 16,6 bilhões, alta de 6,7%.

O índice de sinistralidade do setor, indicador que avalia o desempenho operacional das seguradoras, fechou o 11º mês de 2024 em 37,3%. Retração de 4,4 pontos percentuais (p.p.), mantendo, assim, a tendência de queda observada nos últimos cinco meses e registrando o segundo menor nível de 2024. Todos os segmentos do mercado segurador contabilizaram avanço em novembro e Crédito e Garantia registrou a maior variação positiva: 28,2%.

No acumulado até novembro, o lucro líquido das seguradoras somou R$ 32,6 bilhões, decréscimo de 3,3%, e a contratação de resseguros por parte das empresas do setor atingiu R$ 24 bilhões, alta de 3,7%. As seguradoras arrecadaram, no período, cerca de R$ 189 bilhões, crescimento de 10,3% ante os 11 primeiros meses de 2023. Já a taxa de sinistralidade, por sua vez, ficou em 42,3%, praticamente estável. O Boletim IRB+Mercado, que analisa os dados mais recentes publicados pela Susep, pode ser visto na íntegra no site do IRB(Re).

Mais informações no site www.irbre.com.

O IRB(Re) registrou lucro líquido de R$ 65,2 milhões no segundo trimestre de 2024 (2T24). Os números, divulgados no último dia 14, consideram a Visão Negócio e mostram a evolução do ressegurador, que obteve resultado positivo pelo sexto trimestre consecutivo. O valor apurado entre abril e junho deste ano é 224,6% superior ao reportado um ano antes, R$ 20,1 milhões no 2T23.

No acumulado de 2024, a companhia obteve lucro líquido de R$ 144,3 milhões, alta de R$ 115,7 milhões ante o 1S23, quando apurou R$ 28,6 milhões. O resultado do 1S24, que tem como destaque os resultados de subscrição e financeiro, é 403,9% superior ao verificado um ano antes e supera o lucro líquido total do ano de 2023 em 26%, mesmo considerando os impactos da tragédia ocorrida no Rio Grande do Sul.

“Nossos números mostram que, trimestre a trimestre, evoluímos de forma consistente, em consequência da nossa estratégia de negócios. E, agora, os números do 2T24, quando apresentamos lucro líquido de R$ 65,2 milhões, índice de sinistralidade de 65% e índice combinado de 106%, mostram evolução em relação ao 2T23. Números que incluem os impactos da tragédia ocorrida no Rio Grande do Sul. E lembro: o ato de pagar sinistros é a entrega do nosso produto”, afirma Marcos Falcão, CEO do IRB(Re).

A Análise de Desempenho completa está disponível no site de Relações com Investidores da companhia.

O lucro líquido acumulado das companhias seguradoras, no primeiro trimestre de 2015, apresentou alta de 33% em relação ao mesmo período de 2014, saltando de R$ 4,3 bilhões para R$ 5,7 bilhões. Essa é uma das conclusões da edição de maio da “Carta de Conjuntura do Setor de Seguros”, publicação assinada pelo Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP) e que traz um mapeamento mensal do mercado de seguros. De acordo com o documento, a atual política de juros aliada aos ajustes nos custos das companhias explicam essa boa performance. Essa edição traz a análise dos faturamentos dos ramos de capitalização, seguros elementares e de pessoas.

O primeiro apresentou queda de 2% em dados acumulados até março de 2015. Esse desempenho, contudo, repete um comportamento verificado em outros ativos populares da economia como a caderneta de poupança, por exemplo, que tem registrado mais saques do que depósitos. A causa é a dificuldade da população em poupar nos mesmos níveis de anos anteriores.

O segundo teve variação inferior a 7%, nos três primeiros meses de 2015, mas a expectativa é que esses números apresentem melhora a partir do segundo semestre deste ano. Já no segmento de pessoas, a variação acumulada de receita foi de 10%. Com base na manutenção da rentabilidade das seguradoras, a Carta de Conjuntura estima o que o setor repetirá ao longo de 2015 um crescimento no mesmo patamar do ano anterior, 10%.

Para o presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP), Alexandre Camillo, essa perspectiva é um inquestionável indicativo da força da indústria do seguros. “Para confirmar tal projeção, empreender é a palavra de ordem. Os corretores de seguros têm consciência de sua responsabilidade e sabem que contam com o apoio do Sincor-SP, que permanece focado na criação e estímulo do ambiente estável para os negócios da categoria”. Confira http://migre.me/q36hY o material na íntegra.

Sindicato dos Corretores de Seguros do Paraná
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