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A Superintendência de Seguros Privados (Susep) autorizou, nessa quinta-feira (28), a entrada em operação da Masters Seguradora e da Liggêro Seguradora, ambas sediadas em Belo Horizonte (MG).

A Masters poderá atuar nos ramos de danos e pessoas, no segmento S4 (empresas de pequeno porte), com abrangência nas regiões 3ª (Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte), 4ª (Bahia e Sergipe), 6ª (Rio de Janeiro) e 8ª (Sul). O capital social da companhia é de R$ 2,2 milhões, sob controle de Weberton Luiz Gonçalves Eller.

Já a Liggêro recebeu autorização para operar seguros de danos no segmento S4 em todo o território nacional. O capital social é de pouco mais de R$ 5 milhões, e o controle acionário pertence a Rodrigo Silva Felipe.

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) autorizou duas seguradoras a expandirem sua atuação no mercado brasileiro. As decisões foram publicadas na quarta-feira (30), no Diário Oficial da União, por meio das Portarias nº 70/25 e 71/25.

A Felsen Seguradora, com sede em Belo Horizonte (MG), recebeu autorização para operar seguros de danos e pessoas no segmento S3, com abrangência nacional. A empresa possui capital social de R$ 30 milhões e é controlada diretamente por Luiz Otavio Fontes Junqueira, que também exerce ingerência efetiva sobre os negócios.

Já a FAM Seguradora de Crédito e Garantia, com sede em São Paulo (SP), também está autorizada a atuar nos ramos de seguros de danos e pessoas, no mesmo segmento S3 e com abrangência em todo o país. Seu capital social é de R$ 11 milhões e o controle acionário e a gestão direta são exercidos por Francisco Antonio de Barros Basilio Mendes.

As seguradoras brasileiras registraram lucro líquido de R$ 2,24 bilhões em novembro de 2024. O valor representa queda de 32,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. É o que mostra edição do Boletim IRB+Mercado, divulgada dia 6/2 pela plataforma IRB+Inteligência. 

A análise revela ainda redução de 11,6% nos prêmios cedidos em resseguro, que somaram R$ 1,67 bilhão. Ou seja, a contratação de proteção às carteiras de seguros por parte das seguradoras caiu na comparação com novembro de 2023. Já os prêmios emitidos alcançaram R$ 16,6 bilhões, alta de 6,7%.

O índice de sinistralidade do setor, indicador que avalia o desempenho operacional das seguradoras, fechou o 11º mês de 2024 em 37,3%. Retração de 4,4 pontos percentuais (p.p.), mantendo, assim, a tendência de queda observada nos últimos cinco meses e registrando o segundo menor nível de 2024. Todos os segmentos do mercado segurador contabilizaram avanço em novembro e Crédito e Garantia registrou a maior variação positiva: 28,2%.

No acumulado até novembro, o lucro líquido das seguradoras somou R$ 32,6 bilhões, decréscimo de 3,3%, e a contratação de resseguros por parte das empresas do setor atingiu R$ 24 bilhões, alta de 3,7%. As seguradoras arrecadaram, no período, cerca de R$ 189 bilhões, crescimento de 10,3% ante os 11 primeiros meses de 2023. Já a taxa de sinistralidade, por sua vez, ficou em 42,3%, praticamente estável. O Boletim IRB+Mercado, que analisa os dados mais recentes publicados pela Susep, pode ser visto na íntegra no site do IRB(Re).

Mais informações no site www.irbre.com.

Representantes do Sincor-PR em Maringá e região estiveram reunidos na última terça-feira com membros do Sindseg PR/MS da região e seguradoras para discutir uma série de assuntos, que impactam no dia a dia do Corretor de Seguros.

Dentre os itens da pauta discutidos estão os problemas recorrentes relacionados aos serviços de assistência 24 horas. No dia a dia do Corretor de Seguros este tem sido uma grande dor-de-cabeça para os profissionais nas corretoras.

A expectativa é que a análise desses e outros assuntos possa contribuir para uma melhoria significativa nos serviços, em breve. Novas reuniões podem ser realizadas, para a continuidade das discussões.

 

O Sincor-PR, por meio da regional de Londrina, realizou esta semana uma nova reunião entre Corretores de Seguros e representantes das principais seguradoras.

O motivo foi discutir os principais problemas que impactam o dia a dia do Corretor, em razão de problemas recorrentes, em especial o serviço de assistência 24 horas, dentre outros.

Para o 2.º VP do Sincor-PR, Claudemir Rossetto, que coordenou o encontro, a reunião, realizada periodicamente, foi mais uma vez muito boa, em especial por analisar assuntos importantes para os corretores. “Discutimos problemas sérios”, destaca.

A expectativa é que os problemas levantados possam ser solucionados em pouco tempo. Nova reunião poderá ser realizada em breve, para acompanhamento das resoluções a serem tomadas pelas companhias, como forma de sanar as questões apresentadas.

Um elenco de grandes seguradoras estará em peso no Brasesul  2024, na figura de participantes e patrocinadores de alto porte. Entre os nomes está a Sabemi Seguradora.

Com experiência de 50 anos de mercado, a companhia se destaca pela atuação em atividades de seguros, serviços financeiros e previdência, priorizando a inovação e o crescimento sustentável. É presente em todo o território nacional por meio de suas sucursais, por aplicativo ou por intermédio de parceiros autorizados.

É Destaque GPTW entre as melhores seguradoras do país para trabalhar e também regionalmente no Rio Grande do Sul.

Junto com esta, muitas companhias estarão presentes nos dias 8 e 9 de agosto, em Porto Alegre, no Centro de Eventos da Fiergs. Vamos dialogar sobre rumos e alternativas para tornar nosso negócio mais e mais próspero na Região Sul.

Inscreva-se em www.brasesul.com.br 

 

O mercado de seguros ficou movimentado nesta primeira semana de janeiro, devido ao início da vigência, no último dia 1º, da Resolução 443/22, do CNSP. 

A Resolução, publicada no dia 8 de agosto do ano passado, estabeleceu novas regras para a oferta de serviços de assistência pelas seguradoras.

Em razão disso, as seguradoras estão divulgando esclarecimentos aos clientes e Corretores de Seguros, informando que deixarão de realizar os reembolsos, pois a nova norma estabelece a possibilidade de multas e outras sanções, caso haja descumprimento.

O texto estabelece que os serviços de assistência devem estar vinculados ao contrato de seguro e previstos em documento próprio, apartado do plano de seguro. 

Esses serviços não podem ser prestados diretamente pelas seguradoras, bem como ser pagos ao segurado ou ter seu valor a ele reembolsado, sob qualquer forma e não devem estar previstos na nota técnica atuarial do seguro.

Segundo a Resolução, o pagamento referente aos serviços de assistência poderá ser realizado no mesmo instrumento de cobrança do prêmio comercial, desde que esteja devidamente discriminado.

Além disso, as seguradoras assumem a responsabilidade subsidiária perante o segurado pela prestação dos serviços de assistência.

Na prática, a partir de agora, as seguradoras não podem mais ofertar aos segurados o reembolso para serviços de Assistência 24 Horas. Esta medida refere-se apenas a seguradoras que comercializam assistência como benefício e vale para os seguros Auto, RE e Vida. 

No caso das seguradoras que comercializam a assistência como cobertura, a oferta de reembolso pode ser feita em casos de falta de rede, dificuldade de localização de prestador e casos de livre escolha do segurado, desde que haja o aviso e a autorização da central de atendimento.

Dessa forma, quando não houver prestação de serviço por algum motivo, quem vai reembolsar é a prestadora.

O Sincor-PR acompanha a situação e trará novas informações em breve.

O primeiro ranking anual do setor de seguros publicado pela CNseg está disponível em seu portal e apresenta o desempenho das empresas e grupos econômicos em 2021, ano de alta nas vendas de 11,9% (R$ 306,4 bilhões, sem Saúde e Dpvat sobre o de 2020.

O ranking utiliza dois critérios para o posicionamento das companhias: por grupo econômico ou empresa, no caso das independentes, e por empresas nos segmentos e das principais famílias de produto, seguindo os agrupamentos que constam nas iniciativas da CNseg. 

O ranking também possui a visão com dados acumulados até o mês de referência e em 12 meses móveis. Além disso, o chamado prêmio direto é que vale para fins da aferição (ou contribuições para previdência; faturamento para capitalização e contraprestação para saúde).

Em 2021, considerando os R$ 360,4 bilhões (sem Saúde e DPVAT), os cinco primeiros do ranking pelo conceito de grupo econômico foram BB Seguros (R$ 61,9 bilhões e 20,2% de market share); Bradesco (R$ 50,4 bilhões e 16,4%); Caixa Seguros (R$ 38,4 bilhões e 12,5%); Zurich (R$ 22,8 bilhões e 7,4%); e Itaú (R$ 17,5 bilhões e 5,7%)

O segmento de Danos e Responsabilidades (sem Dpvat) foi o que mais contribui para a expansão setorial no ano, com alta de 14,6% e prêmios da ordem de R$ 89,8 bilhões. Os cinco maiores grupos econômicos neste segmento foram, por ordem de volume de arrecadação e percentual de participação: Porto Seguro (R$ 13,7 bi e 15,3%); Mapfre (R$ 7,3 bi e 8,1%); Tokio Marine (R$ 6,8 bi e 7,6%; Allianz (R$ 6,8 bi e 7,6%); e BB Seguros (R$ 6,4 bi e 7,1%).

O segmento de pessoas (Vida e Previdência) cresceu um pouco menos, 11,5%, com prêmios e contribuições somados superiores a R$ 192,3 bilhões. Também pelo critério de grupo econômico, os cinco primeiros do ranking foram BB Seguros (R$ 51,2 bi e 26,7% de participação); Bradesco (R$ 38,6 bi e 20,1%); Caixa Seguros (R$ 37 bi e 19,3%); Zurich (R$ 17,8 bi e 9,3%); e Itaú (R$ 13,6 bi e 7,1).

Em Capitalização, a alta no ano foi de 5,9%, e o faturamento, de R$ 24,3 bilhões. Os cinco maiores (grupo econômico) foram Bradesco (R$ 5,5 bi e 22,6%); BB Seguros (R$ 4,3 bi e 17,7%; Santander (R$ 3,8 bi e15,7%); Itaú (R$ 2,6 bi e 10,9%); Icatu (R$ 2,2 bi e 9,1%).

Em Saúde Suplementar, as maiores em 12 meses encerrados em setembro (último dado disponível na ANS) foram os seguintes grupos econômicos: Bradesco (R$ 30,7 bi e 12,8% de participação individual de mercado); SulAmérica (R$ 21,8 bi e 9,1%); Amil (R$ 19,9 bi e 8,3%); Notredame Intermédica (R$ 9,7 bi e 4,1%); e HapVida (R$ 6,9 bi e 2,9%)

Além do desempenho por segmento, que inclui a variação anual individual por grupo econômico, a CNseg divulga relatórios mensais com o comportamento de cada empresa/grupo em ramos e modalidades de seguros.

O ranking está disponível em ‘Análises e Estatísticas’, no menu de navegação do portal da CNseg, neste endereço eletrônico:

https://www.cnseg.org.br/ranking-do-setor-de-seguros.html

Um grande número de seguradoras já anunciou que, mesmo com cláusulas de exclusão para epidemias e pandemias, irão dar cobertura em apólices de seguros de vida, em caso de morte ou internação hospitalar em virtude da covid-19.

O resultado do anúncio faz parte de uma campanha de responsabilidade, cooperatividade e solidariedade encabeçada pela Fenacor, que representa os Sincors.

Veja a lista atualizada com a posição das companhias, até o momento:

Alfa Seguros, Bradesco, Banco do Brasil, Caixa, Capemisa, Centauro-ON, Chubb, Generali, Icatu, Itaú, Liberty, MAG, Mapfre, MetLife, Mitsui Sumitomo, Omint, Pasi, Porto Seguro, Previsul, Prudential, Seguros Unimed, Sompo, SudaSeg Seguradora, SulAmérica, Sura, Tokio Marine e Zurich Santander.

Desde a semana passada, quando o Sincor-PR divulgou as primeiras seguradoras que anunciaram que darão cobertura em seguros de vida, em caso de morte por covid-19 – apesar das cláusulas de exclusão – tem aumentado o número de companhias que adotaram essa medida. Algumas, como a Prudential e Generali, já anunciaram que receberam pedidos de segurados para essa cobertura.

 

Veja a lista atualizada com a posição das companhias, até o momento. Algumas, inclusive, estão solicitando carência de 45 a 90 dias para novos seguros.

 

Sim: Alfa Seguros, Bradesco, Banco do Brasil, Caixa, Capemisa, Centauro-ON, Chubb, Generali, Icatu, Itaú, Liberty, MAG, Mapfre, MetLife, Mitsui Sumitomo, Omint, Pasi, Porto Seguro, Previsul, Prudential, Seguros Unimed, Sompo, SulAmérica, Sura, Tokio Marine e Zurich Santander.

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